Junho de 2008


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O grupo Zeppini realizou no último sábado, dia 28 de junho, sua tradicional festa junina. O evento aconteceu no sitio Estância Eldorado, em Diadema/SP e contou com a presença de todos os funcionários das empresas do Grupo Zeppini e também dos membros de sua diretoria.

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A festa teve o intuito de reunir funcionários e seus familiares em um ambiente descontraído, longe das pressões do dia-a-dia, possibilitando assim, maior integração entre todos.

Omar Cardoso de Melo, motorista da Zeppini, disse ter gostado muito da festa e que é importante esse tipo de ação, para unir os funcionários. “É um jeito de descontrair. A gente pode trazer a família para passar um dia agradável com todos”, afirmou Omar que trouxe os filhos e também seu neto.

Edson Fernando Lino, também funcionário do Grupo Zeppini, acredita que festas como essas, são oportunidades ótimas para conversar, sem as responsabilidades do trabalho, com as pessoas que estão com você durante a semana toda. “A festa foi muito bem organizada e a participação das famílias é muito importante para essa reunião”, disse Edson.

Durante a festa foram realizadas rodadas de bingo. Os funcionários receberam suas cartelas logo na chegada ao evento e puderam assim, participar e concorrer aos prêmios oferecidos pela empresa.

Participando pela segunda vez de uma festa, Douglas Posenato, funcionário da Motor Z, acha a festa importante para todos fazerem mais amizades. “Tudo isso é importante para unir os funcionários”, afirmou Douglas que trouxe a esposa e seu filho.

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João Batista e Djalma Pereira de Oliveira, funcionários da Fundição Estrela, afirmaram ter gostado muito da festa. Eles também acreditam que essa seja uma maneira muito boa de integração de todos os que trabalham nas empresas do Grupo Zeppini.

Edilécio Gomes Vilela, funcionário da Zeppini, e ganhador de uma moto cub 110 no sorteio realizado na festa de fim de ano, também agradeceu a possibilidade de participar novamente de um evento com toda a sua família. Edilécio, que tem 26 anos, elogiou também a moto que ganhou no sorteio “ela é muito boa, anda muito bem e economiza muito combustível”, disse.

Responsabilidade Social

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Além de toda a festa realizada para os funcionários, a questão social não foi deixada de lado. Foi pedido aos convidados que trouxessem alimentos não perecíveis que seriam destinados à doação.

O Grupo Zeppini convidou a “Sociedade Beneficente Gotas de Amor” para participar do evento. Toda a arrecadação feita no dia da festa foi doada à instituição.

Gisele Aparecida Colombo, representante da “Gotas de Amor”, disse que a festa foi muito boa. “Em nossa instituição, a gente trabalha contando com esse tipo de doação. È muito importante para nós esse tipo de ação, afirmou Gisele muito satisfeita com o resultado das doações.

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A marca Motor Z expande ainda gradativamente sua rede de revendas no país, com grande destaque para a reigão Nordeste. Na Bahia, a cidade de Juazeiro, recebe sua primeira loja da marca Motor Z, a “ R Motos”, na avenida Adolfo Viana, 879, uma das principais vias da cidade.

O novo ponto de venda da Motor Z, inaugurado no dia 26 de maio, disponibiliza para o consumidor local somente motocicletas da marca e atualmente trabalha apenas com os modelos da linha elétrica, apostando num novo tipo de produto que é um diferencial no mercado. “Todas as outras lojas de motos vendem modelos à gasolina. Acredito que as motos elétricas sejam o futuro”, diz Ronivaldo Alves Pereira, dono da revenda. Dentro de 90 dias, o empresário pretende começar a fazer serviço de manutenção das motos com setor próprio e estruturado para o atendimento.

Os modelos de motos elétricas ganham cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Na Bahia não tem sido diferente. “As scooters movidas à eletricidade são vistas como a grande novidade na região e são o grande diferencial no mercado”, finalizou Pereira.

O FCX Clarity, da Honda, não polui e é o primeiro
carro a hidrogênio a ser produzido em série

Thomaz Favaro

Parece um carro médio comum, custa o mesmo que uma Ferrari para ser construído e pode muito bem ser o veículo que todo mundo esperava: aquele que nos liberta do preço exorbitante do petróleo e não causa impacto ambiental. O FCX Clarity, da Honda, é o primeiro automóvel movido a hidrogênio produzido em série. Isso significa que não emite nenhum gás do efeito estufa, apenas vapor d’água. A energia que move o motor elétrico do veículo é produzida por meio de uma reação eletroquímica que combina o hidrogênio gasoso, armazenado em um tanque, com o oxigênio do ar. O processo libera elétrons, que formam uma corrente elétrica.

O primeiro FCX Clarity, que saiu da linha de montagem da Honda, no Japão, na segunda-feira passada, é um passo como nunca se viu antes para popularizar e baratear os carros abastecidos com hidrogênio. O fabricante não divulga valores exatos, mas informou que cada unidade tem um custo de fabricação de centenas de milhares de dólares. O preço elevado deve-se bastante ao custo da célula de combustível, que tem platina entre seus componentes. A Honda nem sequer se arrisca a vender o carro. Ele será repassado aos consumidores pelo sistema de leasing, com mensalidade de 600 dólares durante três anos. O preço, evidentemente, é subsidiado. No fim desse período, o cliente devolve o FCX ao fabricante. O que a Honda ganha com isso é experiência para melhorar e baratear o carro. A General Motors pretende fazer algo parecido. Algumas unidades experimentais do Equinox, o veículo a hidrogênio da empresa americana, avaliado em 1 milhão de dólares, serão emprestadas a consumidores selecionados nos próximos dois anos.

Dois fatores que, por enquanto, impedem o hidrogênio de ser uma alternativa economicamente viável aos derivados de petróleo são o preço do combustível e a falta de infra-estrutura de abastecimento. As 200 unidades do FCX previstas para ser montadas nos próximos três anos serão vendidas apenas na Califórnia, o estado americano com o maior número de postos com hidrogênio: 25 no total. Nesses locais, o combustível é subsidiado. Sem isso, o custo do hidrogênio por quilômetro rodado seria cinco vezes maior que o da gasolina.

O FCX Clarity representa um avanço em relação aos outros modelos a hidrogênio que circulam de maneira experimental. O carro é capaz de rodar 450 quilômetros sem abastecer, marca próxima à dos veículos movidos a gasolina ou álcool. Sua célula de combustível tem a metade do peso das que vinham nas versões anteriores do sedã. Os primeiros usuários do FCX serão celebridades da Califórnia escolhidas pela empresa para divulgar o veículo. Entre eles estão a atriz Jamie Lee Curtis, seu marido e diretor de cinema Christopher Guest e a atriz canadense Laura Harris. Atrás deles, outros 50 000 californianos já aguardam na fila de espera a oportunidade de dirigir um carro que não solta fumaça e deixa a consciência limpa.

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Matéria publicada na Revista Veja no dia 25 de junho

Conheça mais o Honda Clarity - http://automobiles.honda.com/fcx-clarity/

Confira as últimas notícias sobre a Motor Z veiculadas em grandes jornais de São Paulo

ESTADO DE SÃO PAULO

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JORNAL DA TARDE

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DIÁRIO DO GRANDE ABC

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A Motor-Z, marca do grupo Zeppini, que fabrica scooters elétricas e motocicletas a gasolina no mercado nacional, está em busca de novos revendedores para expandir sua rede de vendas no estado de Santa Catarina.

A marca espera expandir seu alcance na região e para isso, os executivos da Motor-Z irão realizar no próximo dia 03 de julho, um evento com empresários locais e interessados em atuar no varejo. Essa ação tem o intuito de buscar novos parceiros para a revenda de motocicletas em Santa Catarina, onde a marca já tem um ponto de venda em Balneário Camboriú.

A Motor-Z já conta com 56 revendedores exclusivos e multimarcas, distribuídos por 13 estados do País nas regiões Sul, Norte, Nordeste e Sudeste.

A empresa monta no Brasil uma linha com oito motocicletas, sendo três modelos movidos a gasolina (uma moto do tipo cub e duas scooters, de 50cc e 150cc) além de cinco scooters elétricas com potência entre 500 e 1000 watts. Todos os modelos elétricos dispensam alavancas de câmbio, já que possuem motor com tração aplicada diretamente sobre a roda traseira. Para carregá-las, basta ligar à rede elétrica em tomadas comuns e carregar por até seis horas.

Os interessados devem entrar no site da montadora (www.motor-z.com.br) que também atende pelo telefone (11) 6886-5151.

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A revendeda Motor Z Rio, localizada na capital fluminense, lança esta semana seu próprio site. A loja, localizada na Avenida das Américas, 10.101, na Barra da Tijuca, agora conta mais essa ferramenta no auxilio às vendas das motocicletas com a marca Motor Z. Através do site, o consumidor tem acesso a todos os produtos e serviços oferecidos pela loja.

Para conferir acesse o site www.motorzrio.com.br

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O mais novo sucesso no mundo dos veículos elétricos é o Twike. Um triciclo fabricado na Alemanha que utiliza a eletricidade como combustível e também dá ao seu condutor a possibilidade de pedalar para auxiliar o funcionamento do motor. O resultado é um misto de bicicleta e de moto elétrica, como opção para o deslocamento urbano.

O Twike segue a recente tendência que toma conta do meio automotivo onde são buscadas cada vez mais alternativas para minimizar o problema dos combustíveis fósseis e também do aquecimento global.

O maior diferencial que o modelo apresenta ao consumidor é o sistema de pedais, o faz do Twike um veículo híbrido. Com esse auxilio o motor consegue trabalhar por um período maior de tempo, de acordo com a “disposição” do motorista. O carro também tem outro diferencial: para dar a partida não são usadas as convencionais chaves, mas sim um código como se fosse um caixa eletrônico. O motorista coloca sua senha e o carro liga automaticamente. Alem disso, também não há o uso de volante. Um joystick é utilizado para guiar o veículo.

O veículo tem 2,65 m de comprimento e comporta duas pessoas. Além do motorista, o passageiro também tem a opção de pedalar para reforçar a velocidade do carrinho. Quando os dois estão utilizando os pedais, a autonomia do carro, que normalmente é de 80 km, pode ser ampliada em até 50%. Isso acontece porque o movimento da pedalada é armazenado nas baterias.

O Twike, se levarmos em conta seu caráter bem alternativo, já pode ser considerado um grande sucesso. Desde seu lançamento já foram vendidos mais de 700 veículos, ao preço de aproximadamente 16 mil euros. Preço equivalente ao de carros como Fiat Bravo ou um WV Golf na Europa.

- Conheça melhor a Cub110: modelo que oferece desempenho ideal
e máxima economia para o uso urbano

Circular nas grandes cidades com agilidade é um grande desafio. Seguindo a tendência de crescimento do mercado de motos de baixa cilindrada, a Motor Z, que já chegou a 56 pontos de vendas em 13 estados do Brasil, detalha um dos modelos mais vendidos da linha 2008: a Cub 110.

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A motoneta da Motor Z tem a melhor relação custo X benefício do mercado, e oferece o desempenho ideal para o uso cotidiano nas cidades, aliado a grande economia de combustível e robustez na manutenção.
“A Cub 110 é uma motoneta de construção simples, mas com todos os opcionais da categoria além de ser um veículo de fácil condução e manutenção, ideal para quem está iniciando no mundo das duas rodas”, avalia Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo da Motor Z.

Design atual diferencia o modelo

A Cub 110 tem um design atual, com excelente acabamento, o que a diferencia entre os modelos do tipo cub disponíveis no mercado.
Na dianteira, traz conjunto ótico com duplo farol de lente lisa, que garante boa iluminação e destaque, que significa segurança, para o uso no trânsito.

O painel da Cub 110 tem desenho trapezoidal com boa distribuição dos mostradores: velocímetro de destaque, hodômetro, alerta de celular ligado além de indicador das marchas, marcador de combustível e luzes-espia. Na traseira, além do apoio metálico de formato curvo, se destaca o conjunto de luzes transparentes que unem setas indicadores, lanterna e luz de freio.
A posição de pilotagem é confortável e para o carona, há apoios para os pés fixados no quadro da motocicleta, que é do tipo underbone.

Mecânica é simples, robusta e econômica

A Cub 110 é uma motoneta de construção clássica, que tem boa relação entre robustez e eficiência do seu motor monocilíndrico de quatro tempos arrefecido a ar, o que resulta num funcionamento estável com baixos ruídos e vibrações. O propulsor com 110cc oferece 6,8 cv de potência a 7500rpm.

Equipada com partida elétrica, a motoneta tem a praticidade do câmbio semi-automático de quatro marchas com embreagem centrífuga, rodas de liga leve e freios a disco na dianteira.
A suspensão desenhada para o uso urbano conta com garfo telescópico na dianteira e duplo amortecimento (bichoque) na parte traseira. Os pneus, com aros de 17 polegadas e as rodas de liga leve, garantem estabilidade e maior segurança.

Todo o conjunto mecânico resulta num funcionamento estável aliado a grande economia de combustível. Abastecida com gasolina, rende no percurso urbano aproximadamente 50Km com um litro, o que significa autonomia média de 250Km com um tanque (cinco litros).

Modelo é sucesso de vendas

A Cub 110 é o modelo mais vendido da linha 2008 da Motor Z, principalmente nas grandes capitais, onde o público espera um veículo econômico para o seu deslocamento.
A Cub110 tem preço de R$ 4,2 mil (versão única com freios a disco, partida elétrica e alerta de celular ligado) e pode ser adquirida em um dos revendedores da Motor Z nos 13 estados do país, financiada em até 36 meses, pelo Consórcio Nacional Motor Z ou pela loja virtual no www.motor-z.com.br.

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Ainda neste mês de junho, a Motor Z fará um teste drive em suas motocicletas com a imprensa catarinense e estudantes da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O evento reunirá formadores de opinião, jornalistas e estudantes engajados em pesquisas sobre transportes alternativos e novas fontes de energia.

Em breve, mais detalhes sobre este evento. Aguarde

Matéria publicada na Folha de São Paulo no dia 8 de junho.

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A motoca, como é chamada por Simone Mozzilli, 30, é tudo na sua vida. Nem 16 persianas, um armário e dois tombos fizeram a publicitária trocar seu “scooter” Aprilia “cinqüentinha” por um carro novo.

“Hoje até poderia comprar um, mas acho que nunca vou ter carro. Não consigo ficar parada no trânsito”, conta Mozzilli, que trocou, em janeiro, seu Aprilia 50 cc por um Piaggio Beverly 250 cc.

Os dois são italianos e já ajudaram Mozzilli a chegar a uma decisão de jogo do Corinthians. “Éramos quatro meninas e duas motocas. De carro, não chegaríamos a tempo ao jogo.”

O Aprilia, porém, tinha a roda muito pequena e, segundo ela, não foi capaz de vencer um buraco enorme. Tombou. Seu motor também não era mais o mesmo. Pudera: ela conta que já levou, na motoca, um armário e 16 persianas –separadamente- com a ajuda da irmã.

E Mozzilli não é a única. Ela diz ter mais seis amigas que também vão a todos os cantos com seus “scooters”. “Uma delas roda de terninho, salto alto bem fino e bolsa a tiracolo.”

No grupo, há “scooters” da Peugeot, da Vespa e, claro, da Suzuki, como os três Burgman 125. “Com o 125, duplicamos as vendas de “scooter” em 2008″, afirma Juliano Barro, gerente comercial da J. Toledo, representante da Suzuki no Brasil.

Líder, o Honda Biz 125 foi mais modesto. Suas vendas subiram 9% nos primeiros quatro meses de 2008 -de 70.496 para 76.637, segundo a Abraciclo (associação dos fabricantes de motocicletas). O Neo 115, da Yamaha, subiu de 5.188 unidades no primeiro quadrimestre de 2007 para 5.547 (mais 7%).

Moda européia

Segundo Barro, o “scooter”, em geral, é mais elitizado que as motos convencionais de 125 cc, além de serem comprados por pessoas que já viajaram para a Europa. Lá as vendas de “scooters” superam as de motos.

Também são mais fáceis de guiar. São leves e, exceto o Honda Biz 125, todos são equipados com transmissão automática. “Por isso as mulheres compram cerca de 35% de Burgman 125″, calcula o gerente comercial da Suzuki.

A marca tem “scooters” que vão de R$ 5.758 (125) a R$ 52 mil, como o Burgman 650 Executive. “O 125 é mais usado no dia-a-dia, e o 650, em viagens.”

É o que acontece com o contador Dalton Campanhola, 47. Ele conta que já teve motos grandes, como a Kawasaki 1000, mas hoje leva em consideração a praticidade, o conforto e a economia do “scooter”.

“Ele não chega a ser um esportivo, mas, em compensação, não esquenta a perna nem deixa a roupa com cheiro de gasolina”, aponta Campanhola.

Por isso está cada vez mais comum ver executivos de terno e gravata rodando a bordo de um “scooter”, especialmente em bairros sofisticados, como os Jardins e o Itaim Bibi (ambos na zona oeste da capital).

Daí a opção de a PVGA, representante da Piaggio no Brasil, importar o MP3. Ele custa R$ 39 mil e tem o apelo de ser o único com três rodas –duas na dianteira e uma traseira.

Segundo José Celito de Souza, sócio-gerente da PVGA, desde março, foram vendidos 60 MP3, mas o mercado de “scooters” no país está apenas começando. “Na Europa, o “scooter” é, acima de tudo, “fashion”. Vespa está sempre na moda.”

Aqui também, só que o mais barato, o LX 150, custa R$ 13 mil, ou a metade de um Fiat Mille. Souza revela que trará, no segundo semestre, o Piaggio Fly por cerca de R$ 8.000 -ele tem o porte do Sundown Future 125, de R$ 6.000. Aí talvez o grupo consiga fazer a marca ser tão “cool” como na Itália.

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A AES Eletropaulo e o Departamento de Eletrônica e Microeletrônica da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação da Unicamp (confirmar divulgação anterior), estão desenvolvendo um aparelho medidor inteligente, capaz de recarregar scooters elétricas. Essa iniciativa faz parte de um programa de pesquisas desenvolvido pela empresa e visa disponibilizar o serviço em locais públicos como shopping, estacionamentos e escolas. Entre as motos elétricas utilizadas no projeto, algumas são da marca Motor Z, e foram adquiridas por um revendedor da marca que atua em São Paulo, a empresa Watts&Volts.

Segundo Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo da Motor Z, essa é uma iniciativa muito positiva. Paulo afirma acreditar que no futuro as pessoas irão aos Shoppings, supermercados e outros locais de grande circulação e poderão deixar suas motos e até automóveis elétricos para recarregar nos estacionamentos ou outro local destinado para essa finalidade.

“Há um ano e meio, quando lançamos a marca Motor Z no mercado, já sabíamos que estávamos na direção certa. As nossas scooters, mesmo as mais simples com motor de 500 watts, têm um motor muito eficiente para o uso em pequenos deslocamentos. Levando em conta que a matriz energética brasileira é quase toda hídrica, “limpa” portanto , vemos assim uma boa solução para uma série de questões como ambiental, trânsito, etc, por isso acreditamos que estará cada vez mais presente em nosso cotidiano”, afirma o executivo.

O Uso de energia elétrica como combustível para motos de pequeno porte, além de ser mais vantajoso para o meio ambiente, resulta em uma economia significativa no valor gasto com o abastecimento. Uma moto elétrica utilizada pelo período de 2 horas diárias, 22 dias por mês, teria um custo de R$ 19, sendo que, utilizando-se gasolina, por exemplo, o consumo seria de R$ 165. Os cálculos foram divulgados pela AES Eletropaulo.

O ganho de popularidade dos veículos elétricos é certamente resultado da associação de eficiência e baixo custo. “Os resultados apresentados até agora ratificam tudo o que foi falado desde o começo. Esse resultado está ligado à uma matriz viável, sustentável e a eficiência do produto”, coloca Paulo, referindo-se às scooters elétricas produzidas pela Motor Z.

Visão do futuro

Diferente dos veículos a combustão interna, que hoje são maioria nas ruas e avenidas de todo o mundo, os elétricos ou híbridos estão no chamado “ciclo inicial”. Paulo Rogério Fernandez acredita que, no futuro, os veículos alternativos por sua própria evolução devem dividir o espaço com os veículos a combustão interna.

“No futuro teremos várias matrizes energéticas e diversas alternativas para o deslocamento urbano, seja por veículo movido a combustão com gasolina, álcool ou biodiesel, seja híbrido, ou ainda um motor totalmente elétrico, mas o fato é que o futuro aponta claramente para a pluralidade”, explica Fernandez.
O executivo enxerga adiante, com soluções interessantes para os veículos elétricos. Numa grande cidade como São Paulo, por exemplo, que tem o centro da cidade geograficamente plano, pode servir como um grande laboratório para o uso das scooters Motor Z nos pequenos deslocamentos.

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“Além do metrô, que é também elétrico, e atende todo o contorno do centro da cidade, poderiam haver bolsões com scooters elétricas que seriam alugadas ou emprestadas para um deslocamento curto como para ir da Praça da República a Praça da Sé, por exemplo. Após o uso o veículo seria deixado no bolsão mais próximo. A scooter é ágil e fácil de pilotar, em suas versões elétricas são silenciosas e isentas de emissões, poderiam assim perfeitamente complementar as alternativas de deslocamento nesta perímetro da cidade. O usuário resolveria seus temas com facilidade e conforto e a cidade agradeceria”., finaliza.

Em breve, no blog da Motor Z você vai saber detalhes sobre os projetos da marca para os próximos anos. Aguarde!

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A boa fase econômica do Brasil, gera crescimento em vários setores da economia com grande destaque para a área de motocicletas, que cresce em ritmo acelerado . Consequentemente, o volume das importações feitas pelo país está em evolução constante e no que se refere ao mercado de motocicletas, a tendência é de crescimento. Segundo a Abraciclo, só nos primeiros três meses de 2008, o mercado cresceu 27% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre janeiro e março, o Brasil montou pouco mais de meio milhão de motos.

Emergindo como uma grande potência econômica mundial, a China aproveita essa boa fase brasileira para expandir seus negócios e crescer ainda mais. A empresa Jialing, uma das maiores chinesas no setor de motos, possui três fábricas fora de seu território: na Colômbia, Indonésia e no Brasil, situada na Zona Franca de Manaus. Segundo Ren Shu, vice-gerente-geral da companhia em entrevista ao jornal Estado de São Paulo, a operação feita no Brasil é a mais importante todas.

O Brasil se transformou esse ano, no maior mercado de exportações para os fabricantes de motocicletas chineses, importando cerca de US$ 12,75 em 2008 e superando a Argentina que até então era líder nesse ranking. No ano passado, cerca de 20 mil motos chinesas foram produzidas pela Jialing no Brasil. A previsão para 2008 é que a produção dobre, chegando a 40 mil unidades, e que posteriormente esse número aumente ainda mais, atingindo a capacidade máxima da fábrica em Manaus. Algo em torno de 200 mil motocicletas por ano.

A entrada dos produtos chineses no mercado, aquece ainda mais o setor, gerando maior números de empregos, movimentação da economia e consequentemente maior crescimento do país.

O consumidor também ganha com opções cada vez mais diversas nos segmentos cub, street, scooter, custom e trail, sejam movidas a gasolina, sejam movidas a eletricidade.