Julho de 2008


Loja Motor Z 012 - Loja Motor Z 012

A primeira revenda exclusiva Motor Z em São Paulo já está funcionando. A loja foi inaugurada na última sexta-feira no bairro de Santo Amaro e reuniu amigos e familiares.

“Sempre ficamos felizes com a notícia de um novo concessionário, entretanto a SS Louzada está nos proporcionando um “bonus” ao inaugurar a primeira loja de nossa marca na cidade paulistana. Será ótimo circular por lá e ver a nossa bandeira integrada no cenário urbano. Desejamos pleno sucesso e esperamos que seja somente a primeira de uma grande rede” , afirmou Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo da Motor Z.

Por ser a primeira revenda da marca Motor Z em São Paulo, a loja tem grande importância na região, já que os scooters eletrônicos, são apontados como uma das soluções para sanar os problemas de poluição e trânsito na capital. Toda linha de produtos da Motor Z, eletrônicos e a gasolina, serão comercializados.

Loja Motor Z 024 - Loja Motor Z 024

A grande novidade apresentada é a nova versão da S1000. O modelo traz detalhes em relação ao anterior, que poderão ser conferidos . A empresária. Sandra Louzada, dona do novo estabelecimento, falou sobre suas expectativas em relação ao mercado paulistano.

“São as melhores possíveis. Eu acredito que a moto eletrônica da Motor Z é uma ótima alternativa para o trânsito de São Paulo e também para o grave problema de poluição que a cidade vive atualmente”, afirmou Sandra.

O Grupo Zeppini insere São Bernardo no segmento de energias renováveis. Investe US$ 1 milhão em um projeto de energia fotovoltaica, a conversão direta da energia solar em energia elétrica - um sistema de geração que não agride o meio ambiente.

A empresa inaugura oficialmente na segunda quinzena de agosto, em suas instalações em São Bernardo, duas estações geradoras de energia elétrica a partir da captação da luz solar.

Para o diretor-executivo do Grupo Zeppini, Paulo Rogério Fernandez, “o meio ambiente será em breve o maior produto de consumo de luxo”. Ou seja, “o luxo associado à percepção de bem-estar”. Esse conceito, que se traduz por qualidade de vida, engloba fontes de energia limpa, que contruibuem para combater o aquecimento global do planeta.

Os dois painéis solares instalados na sede do grupo, que já estão em funcionamento e têm capacidade de gerar, segundo Fernandez, o equivalente ao consumo de dez casas com quatro pessoas cada. Um deles é destinado ao abastecimento de veículos elétricos, como os scooters que a Motor-Z, uma das empresas do Grupo Zeppini, produz.

Por meio da Energia Z, divisão de negócios do grupo criada no ano passado para trabalhar com a tecnologia fotovoltaica, o Grupo Zeppini pretende oferecer ao mercado coletores solares. Fernandez afirma que a companhia pretende se posicionar na área tecnológica e participar da produção de painéis. “Conforme os sinais do mercado, iniciaremos o processo de manufatura”.

O executivo admite que esse mercado é incipiente no Brasil. “O problema é que atualmente não há demanda.” Mas ele não vê o investimento como uma aposta. “Não se trata de jogo. Investimos numa convicção.”

A empresa acredita que a responsabilidade ambiental vá crescer acompanhada da necessidade de desenvolvimento econômico e do barateamento de custos.

Ele cita aplicações em regiões afastadas, onde o custo de instalação da rede de distribuição elétrica é alto. “Há 4 milhões de brasileiros vivendo em áreas isoladas. A água de poços no Nordeste é salobra. Então, é preciso bombeá-la e dessanilizá-la, e isso pode ser feito com energia solar.”

A energia fotovoltaica, no entanto, nem sempre é economicamente viável. No âmbito urbano, onde a infra-estrutura elétrica já está instalada, o investidor se sente naturalmente inibido para aplicar em uma solução energética sem demanda. “Mas é preciso dar o pontapé inicial. Daqui a dez anos vai ser comum ver coletores solares e minicentrais geradoras”, acredita Fernandez.

O planejamento do grupo não prevê incentivos governamentais. “O governo deveria incentivar (a preservação do meio ambiente) por meio da informação, estimulando o cidadão (a conscientizar-se), e não por meio de financiamentos”, conclui Fernandez.

Brasil ainda não despertou para consciência ambiental

Ao contrário da Energia Z, divisão de negócios do Grupo Zeppini dedicada à tecnologia da energia limpa, a Eletra já encontrou seu mercado. A empresa fabrica em São Bernardo ônibus com tração elétrica - trólebus (rede aérea), híbridos e elétricos puros (baterias). Mas o filão não está no Brasil. A sustentabilidade está mais consagrada no Exterior, e a produção tem maior demanda no mercado internacional.

“Não temos avançado tanto no País quanto lá fora”, relata a gerente comercial da Eletra, Iêda Maria Alves de Oliveira. Segundo ela, o Brasil caminha na contramão no âmbito da preocupação ambiental. “Por aqui tiraram muitas linhas de trólebus, mas a tendência no mundo é o contrário.” A empresa vendeu 60 trólebus para a Nova Zelândia, que entram em operação neste ano, e negocia com Cidade do México e Guadalajara.

Segundo Iêda, a tecnologia embarcada nos veículos que produz encarece os preços. “O controle do carro elétrico é todo eletrônico”. O veículo híbrido tem preço 50% superior ao do movido a diesel e o trólebus, 40%. Porém, vida útil dos elétricos, de 30 anos, é quatro vezes maior que a do veículo a diesel.

A compra de ônibus com tração elétrica requer ‘fôlego’, já que se trata de um investimento cujo retorno é a longo prazo. E o ganho ambiental é mensurado pela melhora da qualidade de vida da população.

Mauro Fernando
Diário do Grande ABC
20/07/08

sem t  tulo - sem t  tulo

O governo de Portugal assinou recentemente, um acordo com montadora de carros francesa Renault-Nissan que visa acelerar o processo de popularização dos carros elétricos. A idéia é que isso se torne realidade em Portugal até 2011.

Os carros desenvolvidos durante esse projeto terão autonomia de 200 km. “Estamos investindo milhões de dólares numa gama completa de veículos de emissão zero”, afirmou o presidente da Renault-Nissan, Carlos Ghosn. O presidente também afirmou ainda não ter os recursos necessários para toda a
infra-estrutura no país.

Os veículos elétricos teriam o mesmo preço dos movidos à gasolina. Segundo o projeto, os carros elétricos terão modos distintos para obtenção da carga para as baterias. As opções são: trocar a bateria por outra já carregada numa rede de supermercados, fazer um carregamento rápido ou então carregar a bateria em casa, o que demanda maior tempo de espera.

O governo dará suporte ao projeto cortando os impostos sobre os veículos elétricos. “Em Portugal, cerca de 70 % doa impostos nos carros são relacionados à quantidade de CO2 produzido”, afirmou o ministro da economia, Manuel Pinho.

O aquecimento global causa cada vez mais discussão em todo o mundo. Segundo dados divulgados pelo IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), o planeta tem aproximadamente sete anos para resolver o problema dos altos índices de emissão de gases poluentes no meio ambiente.

O presidente da entidade, Rajendra Pachauri, afirmou que os níveis atuais de emissão de gases só poderão se estender até 2015, sendo necessária a diminuição desses números a partir desse período. Portanto, o mundo teria uma janela de apenas sete anos para trabalhar a questão. A prova de que isso seria realmente verdade está nos próprios sinais que a natureza nos dá. A cada dia, mais notícias sobre enchentes e o aumento da temperatura aparecem nos jornais.

Também o G8 (grupo composto pelos sete países mais industrializados, mais a Rússia) reunido em Hokkaido, Japão, discute igualmente as questões referentes ao aquecimento global. Os Estados Unidos, pressionados pela Europa e Japão, devem aceitar assumir atitude mais construtiva para resolver o problema. Os norte-americanos condicionam esse novo posicionamento às posturas de China e Índia, que também teriam que diminuir a quantidade de poluentes emitidos.

Os japoneses trabalham de maneira árdua nessas negociações. O país quer que essas reuniões em Hokkaido consigam estabelecer posição intermediária entre China, Índia e EUA. A expectativa do Japão é fazer a China aderir aos compromissos que deverão ser traçados até o final de 2009 para substituir o atual Protocolo de Kyoto. Os EUA, que não aderiram ao protocolo, tendem, dessa vez, a aceitar as novas diretrizes mundiais.

Seguramente, um dos caminhos para ajudar a resolver as questões ambientais do planeta, passa pelos combustíveis alternativos. E, principalmente, pelas fontes alternativas de energia, como a elétrica, eólica e solar.

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Nos dois primeiros dias de exposição no Salão de Motos de Porto Alegre (RS), a “Força Z”, novo revendedor da Motor Z na cidade já vendeu quatro scooters elétricas, modelos V500 (três unidades) e uma SCO 150, no próprio estande da feira.

Além do sucesso de vendas, as novas scooters elétricas da Motor Z chamaram a atenção dos visitantes que foram ao Salão de Motos, durante os dois primeiros da exposição. O Salão será realizado até o próximo dia 13, no estacionamento coberto do Parque Esportivo da PUC-RS.

A “Força Z”, primeira revenda de motocicletas da marca Motor Z a atuar no Rio Grande do Sul, foi inaugurada no último dia cinco deste mês de julho. A loja, localizada no bairro de Santa Maria Goretti (Rua Piauí, 464), abriu suas portas ao público, oferecendo ao consumidor tanto a linha de scooters elétricas, que podem ser “abastecida” numa tomada residencial comum, quanto motocicletas a gasolina. Ao mesmo tempo, expôs seus produtos no Salão de Motos e em dois dias vendeu quatro unidades, no próprio estande da feira.

Segundo José Luiz Badermann de Assis, empresário responsável pela Força Z, o resultado de dois dias de feira representa uma grande vitória para os produtos da marca, que representam uma nova referência em soluções de transportes urbanos.

Matéria veiculada no Jornal do Brasil sobre a motoneta Cub 110, produzida pela Motor Z. A matéria traz as vantagens oferecidas pela Cub 110 para que o proprietário consiga escapar do trânsito das grandes cidades.

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Um ano e quatro meses após o lançamento da Motor Z® no mercado brasileiro, a marca do Grupo Zeppini® comemora o contínuo crescimento das vendas, a expansão da sua rede de revendedores e principalmente a difusão do conceito de veículo elétrico no país.
“Estamos somente no início de um grande caminho, em que se resume o propósito da nossa marca, que é oferecer soluções sustentáveis em veículos urbanos de duas rodas”, explica Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo da Motor Z®.

Em março de 2007, a imprensa e a opinião pública se surpreenderam com o pioneirismo do Grupo Zeppini®. Na ocasião, foi apresentada e testada a primeira linha de scooters elétricas a ser vendida no mercado brasileiro. Nos planos estavam, a expansão da marca com uma grande rede de revendedores, a parceria com empresas e entidades ligadas às causas ambientais e a divulgação de um novo conceito em transporte individual.

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Vantagens de um produto único
A scooter elétrica, diferente de outros veículos mais simples disponíveis no mercado, é uma motoneta comum que dispõe dos mesmos dispositivos, ciclística e segurança dos modelos movidos a gasolina.
A linha da Motor Z® oferece uma tecnologia embarcada num produto realmente diferenciado.
“Se trata de um novo nicho, um novo mercado. A Motor Z® quer explorar uma oportunidade nascente: levar uma idéia totalmente nova para o consumidor. As novidades que serão apresentadas já em setembro, caracterizando a linha 2009, deixarão claro para o mercado a nossa proposta e quanto rápido o veículo leve à bateria pode evoluir”, afirma Fernandez.

A afirmação do executivo reforça a visão pioneira da Motor Z®, que já reposiciona sua linha e passa a denominá-la de “scooter eletrônica”.

Alguns desafios para quebrar paradigmas relacionados ao uso de scooters eletrônicas já foram vencidos. Atenta ao mercado e ao consumidor, a Motor Z® através de sua engenharia, vem trabalhando no sentido de desenvolver soluções que atendam as prioridades definidas pelo mercado.

“Como em toda tecnologia recente, existe um grande espaço para desenvolvimento. Acreditamos que em breve não estaremos mais discutindo sobre “elétrico ou não elétrico”, mas sim qual a melhor opção disponível entre eles“ finaliza Fernandez.

Confira a matéria publicada no jornal Agora São Paulo, no último final de semana, sobre a Cub 110, motocicleta movida a gasolina produzida pela Motor Z. O modelo é sucesso de vendas em vários estados do país.

Confira matéria na Íntegra

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