Arquivo de Julho de 2009
Rede Globo grava matéria sobre veículos limpos
O Jornal da Globo exibirá em breve uma série de matérias especiais sobre veículos limpos, que usam fontes alternativas de energia como hidrogênio e eletricidade.
Por isso, a equipe do jornal da Globo gravou imagens e uma entrevista com o diretor Executivo da Motor Z, Paulo Rogério Fernandez, que falou sobre a tendência dos veículos limpos, e da tecnologia dos motores elétricos aplicada a soluções viáveis em motocicletas e automóveis. O executivo também comentou sobre as barreiras da falta de incentivo, como os altos impostos cobrados sobre os veículos com motor elétrico.
O material deve ser divulgado nas próximas edições do Jornal da Globo.
Sem comentários »Nissan apresenta EV-11 elétrico
A montadora japonesa Nissan anunciou esta semana que lançará em 2010 um veículo elétrico, com a mesma solução de motor apresentada pelo EV-11. Sua carroceria é a mesma do compacto Tiida e o projeto já está fase final de testes.
Com autonomia de 160 Km com as baterias recarregadas, o automóvel tem uma potência de 109 cavalos e baterias de 24 kWh, que ficam sob o assoalho, para não roubar o espaço interno.
Ele também está equipado com sistema de freios regenerativos, o mesmo conceito da scooter elétrica S1000 da Motor Z, que aproveita a energia da frenagem para recarregar a bateria, o que resulta em uma melhora na autonomia do veículo. As baterias são de íon de lítio e são recarregadas em uma tomada comum. Essa semana a Nissan revelou em fotos, os faróis, capô e pára-brisa do carro, que tem a carroceria do Tiiida, também vendido no Brasil na versão flex. O restante do veículo sustentável só será revelado no início do próximo ano, quando começam as vendas.
Sem comentários »Scooters elétricas e Eletroposto: um case de sucesso
Neste domingo, o programa Olhar Digital, apresentou uma matéria muito interessante sobre a Motor Z e o case de sucesso das scooters elétricas. Na reportagem, o programa mostrou as vantagens do veículo elétrico que é barato, eficiente e não polui o meio ambiente. O diretor Executivo da Motor Z, Paulo Rogério Fernandez, falou sobre o abastecimento e o funcionamento das scooters elétricas, que são montadas em São Bernardo do Campo e vendidas em vários estados do Brasil.
A matéria também elogiou a iniciativa da Energia Z, nova divisão do Grupo Zeppini, que desenvolve soluções de energia solar para postos de serviço, residências e edifícios em geral.
Acompanhe na íntegra o vídeo desta matéria, e conheça também o site do programa Olhar Digital.
Sem comentários »Eletroposto é destaque na revista Autoesporte
A iniciativa do Eletroposto no Rio de Janeiro é destaque na revista Autoesporte (edição de julho). Confira na íntegra:
Sem comentários »Falta incentivo para os veículos elétricos no Brasil
Mesmo com inúmeras iniciativas de empresas brasileiras, como a Motor Z e Fiat Automóveis, em lançar veículos ou protótipos, uma reportagem recente divulgada por toda a imprensa, lembra que ainda faltam incentivos para a comercialização de veículos elétricos no Brasil.
Por aqui, um dos maiores obstáculos é o tributário. Enquanto veículos a combustão, como os automóveis comuns, recebem incentivos com redução ou até isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), um veículo elétrico como uma scooter da Motor Z paga 35% de imposto.
scooter elétrica paga 35% de IPI: só um dos impostos que compõem seu preço final ao consumidor
A falta de incentivos como redução de impostos e investimentos em infra-estrutura podem fazer com que os veículos elétricos sejam considerados viáveis pelos consumidores. Mantidas as atuais condições de mercado, um automóvel movido a eletricidade por exemplo, pode custar mais que o dobro do que um modelo comum, com motor a combustão.
Outro fator que pode pesar no bolso é o alto custo das baterias, que não recebeu incentivos públicos. Segundo o Diretor-presidente da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), Antônio Nunes, aqui no Brasil, não há nenhuma grande força que impulsione o uso de veículos elétricos. “Nos EUA, no Japão e em outros países da Europa, onde a cultura do veículo elétrico está mais difundida, há o estímulo para a utilização do elétrico como: estacionamentos, abastecimento sem tarifas ou com desconto e outras várias iniciativas”, afirma.

ponto de reabastecimento em Londres: consumidor avalia viabilidade do veículo antes da compra
Em Londres, por exemplo, quem compra um carro elétrico tem isenção do imposto sobre propriedade de veículos, o equivalente ao nosso IPVA. No Japão, há diversos incentivos como a isenção de impostos anuais e também de taxas como pedágios e estacionamentos. Em Portugal, em junho, foi anunciada a construção de milhares de pontos de recarga para reabastecimento de veículos elétricos. Ainda assim, as iniciativas são escassas, tendo em vista o grande desafio de substituição da matriz energética dos países, e a urgência de termos modelos alternativos de locomoção, principalmente nas grandes cidades.
com informações da ABVE e de notícias veiculadas na grande imprensa
Carrinho elétrico faz passeio no Parque do Flamengo

turistas visitam o parque em carrinho elétrico (imagem: Aluisio Freire/G1)
Depois da inauguração do 1º eletroposto do país, o Rio de Janeiro lança outra iniciativa para preservar o meio ambiente e oferecer uma nova forma de locomoção. Agora são os passeios dentro do Parque do Flamengo, que são feitos com carrinhos elétricos. A jornada pelo parque é realizada por quatro veículos (parecidos com carrinhos de golf) e tem capacidade para seis pessoas, cada um.
O passeio se destina aos cariocas e turistas que desejam conhecer um pouco mais dos mil metros quadrados do parque, que teve o projeto paisagístico desenhado por Burle Marx. O roteiro é conduzido por nove guias especializados e existem três tipos de programações: para turistas, moradores e alunos das redes públicas de educação. Tudo acontece a beira da Bacia de Guanabara, tendo o Pão de Açúcar como pano de fundo.
Cada carrinho custou R$ 30 mil para a prefeitura e serão usados por um mês, de forma experimental. O silêncio dos veículos evitam interferências na riqueza da flora e fauna do lugar, que conta com 17 espécies de pássaros 80 de árvores. O projeto é realizado e patrocinado pela Prefeitura do Rio, junto com a Secretaria Especial de Turismo (RioTur) e administrado pela Associação Caminhos do Rio.
Sem comentários »Veículos elétricos podem ser 86% da frota em 2030

veículo elétrico abastecido em ponto experimental da Better Place (imagem: Better Place/Iconoclast)
No ano 2030, as vendas de carros elétricos nos Estados Unidos podem representar 86% do mercado de veículos, segundo um levantamento da UCLA, Universidade da Califórnia, publicado nesta segunda-feira. A estimativa é feita pelos pesquisadores da universidade, que perguntaram aos norte-americanos sobre a viabilidade dos veículos elétricos.
No entanto, é preciso ter custo competitivo para que os veículos cheguem mais facilmente ao consumidor. Entraves como a recarga de baterias, custos altos de manutenção ou investimento alto em um veículo novo, podem atrapalhar essa estimativa.
O custo para fabricar sistemas de recarga será superior a 320 bilhões de dólares nas próximas décadas, mas a economia com despesas de saúde devido à menor poluição atmosférica gerada por esses veículos pode atingir US$ 210 bilhões, segundo o estudo liderado pelo economista Thomas Becker, da UCLA.
Em resumo: tornar viável o carro elétrico, nas grandes cidades, depende basicamente de oferecer uma solução com investimento competitivo, comparável ao de um veículo comum movido a gasolina, com autonomia suficiente para o uso diário (trabalho e passeio, eventualmente), e principalmente de soluções em termos de recarga, seja ela feita em casa ou em postos de combustível.
Nos EUA, empresas como a Better Place, pesquisa e desenvolve pontos de abastecimento para veículos elétricos, baseado em demandas específicas de bairros, empresas e grandes cidades. Na Califórnia, diversos pontos de recarga abastecem veículos elétricos, sejam motos, sejam automóveis.
No Brasil, além de poucas empresas que oferecem veículos elétricos, como a Motor Z, o modelo do eletroposto tende a crescer nas cidades, o que tornará o veículo elétrico cada dia mais viável, com grandes benefícios para o meio ambiente.
Sem comentários »Motor Z terá novidades para scooters elétricas 2010
A Motor Z anunciou nesta semana que sua linha 2010 terá uma série de inovações tecnológicas em relação aos modelos já oferecidos no mercado nacional.

SS800: modelo de entrada, equipado com motor de 800watts e alguns aperfeiçoamentos para 2010
A marca do Grupo Zeppini está em fase final de testes da linha 2010, que terá melhorias nos circuitos, baterias e freios de suas scooters abastecidas com energia elétrica. O objetivo é melhorar o desempenho das scooters elétricas, agora denominadas “ciclo-elétricas”, conforme a nova resolução do Denatran (315/2009), que equipara os scooters movidos a eletricidade com os ciclo-motores movidos a combustão. Todos os produtos da Motor Z já atendem às novas regras, já que são equipados com espelhos retrovisores, farol dianteiro de cor branca, lanterna traseira de cor vermelha, velocímetro, buzina e pneus adequados para a sua proposta.
“A engenharia da Motor Z, que atua diretamente com nossos fornecedores na Ásia, selecionou e testou a viabilidade de várias soluções, que serão incorporadas em nossos produtos, já referenciados no segmento de duas rodas”, explica Paulo Rogério Fernandez, diretor Executivo da Motor Z.
Apesar das mudanças, não haverá a inclusão de novos modelos no portfólio da marca. A intenção é reforçar o propósito de cada um dos três scooters elétricos (SS800, S1000 e V1500) à venda nos concessionários da marca, já distribuídos por estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Piauí, Mato Grosso e Pará.
“Nossos produtos tem um propósito claro: contribuir com o processo de mudança do padrão de comportamento dos brasileiros em relação ao deslocamento individual e aos veículos elétricos, que são viáveis, econômicos, com baixíssima incidência de manutenção e em especial ambientalmente amigáveis. Em resumo: Produtos sustentáveis”, ressalta Fernandez.
As novidades de cada um dos modelos serão anunciadas durante o segundo semestre, em eventos reservados à imprensa e também abertos ao grande público, como o Salão das Duas Rodas, que será realizado entre os dias 07 e 12 de outubro de 2009, no Parque de Exposições Anhembi, em São Paulo.
Sem comentários »Byd quer produzir carros elétricos no Brasil

F3 DM, sedan médio que pode ser produzido no Brasil (imagem: Byd/Divulgação)
A fabricante chinesa Byd (que significa Build your Dreams, “Construa seus sonhos”), anunciou que tem como objetivo construir uma fábrica no Brasil, especialmente no estado do Rio de Janeiro, para produzir carros elétricos. O local pretendido pela empresa é o litoral norte fluminense, na região de Porto do Açu.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, foi para Shenzhen, China, no último dia 02 de julho, para conhecer a fábrica chinesa da Byd e conversar com seus executivos sobre a viabilidade dos automóveis movidos a eletricidade no Brasil. Na viagem, conheceu a tecnologia e também os veículos que a Byd já oferece na Ásia.
No final de 2008, a chinesa Byd, lançou na China seu primeiro carro híbrido, e agora quer produzir o primeiro carro elétrico, o e6. Também faz parte do plano a produção do F3 DM, modelo muito parecido em termos de design com o Toyota Corolla da geração anterior.
com informações do jornal Valor Econômico e site Notícias Automotivas
Sem comentários »Fiat aposta em Palio Weekend elétrico
A Fiat desenvolve junto com a maior hidrelétrica do mundo, a Itaipu Binacional, um carro elétrico brasileiro, na versão do Palio Weekend. O veículo é testado em um galpão na área da Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no Paraná. A montadora iniciou o projeto em 2008, com um Palio hatch, mas estudos comprovaram que a perua Weekend teria melhor desempenho com o propulsor elétrico.
O Palio Weekend elétrico seria vendido aqui no Brasil pelo preço de R$ 140 mil, somados além dos custos do projeto, os altos impostos.
O carro
O carro brasileiro funciona por meio de uma bateria 100% reciclável, feita de níquel, localizada no porta-malas, com autonomia para percorrer até 120 km com carga completa. O carregamento pode ser feito em uma tomada 220 V e leva-se até oito horas para recarga total.
O Palio Weekend tem um sistema 12 volts tradicional, que alimenta os faróis, lâmpadas, rádio e outros acessórios. O automóvel faz de zero a 60 km/h em nove segundos, e atinge uma velocidade máxima de 100 km/h. O
O motor não tem caixa de câmbio, sendo assim a transmissão do carro tem apenas um redutor de engrenagens. No lugar da manopla há uma espécie de joystick com apenas três posições: drive, neutro e ré.
A Fiat disponibilizou 21 unidades para as empresas parceiras do projeto como a suíça KWO (especializada em produção de energia renovável hidrelétrica), Ampla (fornecedora de energia elétrica no estado do RJ), CPFL (Companhia do Setor Elétrico), Copel (Companhia Paranaense de Energia), Eletrobrás (maior Companhia do setor de energia elétrica da América Latina) e Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais).
Sem comentários »CASE DE SUCESSO: BR Inaugura Eletroposto no RJ
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inauguração do Eletroposto no RJ (crédito: Alexandre Brum)
A BR Distribuidora inaugurou no último dia 10 de junho, no Rio de Janeiro, o primeiro Eletroposto instalado em um posto de serviços em todo o país. Trata-se do primeiro ponto de abastecimento privado exclusivo para veículos elétricos, que começam a surgir como alternativa aos motores a combustão.
O evento teve a presença de diversos profissionais da Petrobras e BR Distribuidora, que atuam no segmento de energia e combustíveis. A inauguração do Eletroposto também contou com a participação de Carlos Zeppini, presidente do Grupo Zeppini, e Paulo Rogério Fernandez, diretor executivo do Grupo Zeppini.
Paulo Rogério Fernandez destacou o pioneirismo da iniciativa, e ressaltou que os consumidores que desejavam comprar um veículo elétrico, agora terão mais uma opção de recarregamento das bateriais. Para o executivo, não se trata apenas de uma solução pontual, mas sim uma mudança no padrão de comportamento do consumidor, que deseja usar veículos eficientes, sejam movidos a etanol, biodiesel, elétricos ou híbridos.
O Eletroposto combina a tecnologia dos painéis solares fotovoltaicos, que convertem a energia solar diretamente em energia elétrica, fonte usada como combustível para veículos.
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scooter elétrica é recarregada no Eletroposto (crédito: Alexandre Brum)
Como funciona?
Instalado na Barra da Tijuca, na capital fluminense, o Eletroposto oferece recargas de uma a três horas para veículos movidos a eletricidade ou ainda a troca de bateriais descarregadas por um conjunto carregado. Como usa a energia solar como fonte, não há impactos negativos para o meio ambiente, e a tendência é que a idéia se espalhe pela cidade do Rio de Janeiro e também outras capitais onde estão disponíveis os veículos elétricos. Completamente recarregada, uma scooter elétrica da Motor Z, por exemplo, anda em média, 40 quilômetros, e um carro, 60 quilômetros.
A BR estima que o crescimento da demanda por fontes de energia para abastecer veículos elétrico seja 50% ao ano. No Rio de Janeiro, estima-se que circulem 300 scooters elétricas e 20 automóveis movidos a eletricidade.
Além do Eletroposto da BR, no Rio de Janeiro, a Zeppini dispõe de um Eletroposto em frente à sua fábrica, na cidade de São Bernardo do Campo, que usa a mesma tecnologia dos painéis fotovoltaicos.
Consumidor muda padrão de consumo
Em entrevista à Agência Brasil, o diretor da Rede de Postos e Serviço da BR, Edimário Oliveira Machado, disse que a vantagem de encher o tanque com energia solar é a redução do impacto ambiental, causado tanto pela produção da energia não renovável, como a proveniente do petróleo, quanto pela energia produzida por termelétricas e hidrelétricas, por exemplo.
“Quem adquire um carro elétrico, ou uma moto, está mais preocupado com a questão ambiental do que com a questão do combustível. Aqui, será usada a energia captada do sol, de resíduo zero, impacto ambiental zero, mas que neste momento vai custar mais caro”, disse Machado.
“No custo desse produto, está a preservação do planeta”, reforçou. De acordo com ele, dentro de um ou três anos, à medida que o projeto for multiplicado, a energia será mais competitiva em relação à gasolina e à energia elétrica doméstica
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